O trabalho a ser realizado com alunos deficientes auditivos em escolas públicas e particulares do DF deve ter como foco principal o total comprometimento para com estes, e a realização eficaz de tarefas pedagógicas que possibilitem o crescimento intelectual e social destes alunos.
Deve haver por meio dos educadores e também dos pais destas crianças e jovens o empenho e o encorajamento em inovar nas atividades a serem desempenhadas, onde por meio do acompanhamento contínuo com os alunos o desempenho individual de cada um possa ser melhor analisado e discutido, visando a promoção destes como cidadãos conscientes de seus deveres e suas responsabilidades como qualquer outro, e também as suas realizações como indivíduo.
Segundo Vygotsky (1993), o maior desafio para o deficiente auditivo no campo intelectual é a “formação de conceitos, generalizações e abstrações” por envolverem comportamentos verbais, sendo mais importante para eles a memória visual.
É sob essa perspectiva que o professor deve procurar a melhor forma de trabalhar o desenvolvimento de seu aluno, tendo como base suas feições psicológicas e também os Aspectos físicos e motores. Até porque, um bom desenvolvimento físico e motor é muito importante ao deficiente auditivo, pois é “através do corpo que mais frequentemente experimentam situações de sucesso, tornando-se um recurso de comunicação e interação social sem comparação”.
A respeito do relacionamento do professor com o aluno deficiente auditivo Pedrinelli & Teixeira (1994) descrevem alguns pontos que devem ser observados quando em uma aula na qual haja deficientes auditivos:
- Enxergar a criança mais do que a deficiência;
- Considerar as limitações, mas enfatizar as capacidades;
- Estar informado sobre a etiologia, local e gravidade da lesão;
- Procurar ajuda da família ou mesmo de outros profissionais envolvidos com a criança, se for necessário esclarecer algumas dúvidas;
- Manter-se frente ao aluno quando estiver falando;
- Usar todos os recursos possíveis para comunicar-se procurando certificar-se de que o aluno compreendeu a mensagem;
- Não mudar constantemente as regras de uma determinada atividade;
- Não articular exageradamente as palavras;
- Substituir as pistas sonoras por visuais, se necessário.
Por fim, acredito que além das propostas discutidas é fundamental para o trabalho com aluno portador de deficiência auditiva não somente a entrega total dos pais ou professores, mas também, o apoio da instituição que os acolhe, a preparação do espaço em que irão se desenvolver, a organização prévia das atividades programáticas, o respeito dos colegas, a valorização deste aluno no ambiente escolar e o estímulo da criança e do jovem com surdez, tanto na escola como na vida em comunidade.
Segundo Vygotsky (1993), o maior desafio para o deficiente auditivo no campo intelectual é a “formação de conceitos, generalizações e abstrações” por envolverem comportamentos verbais, sendo mais importante para eles a memória visual.
É sob essa perspectiva que o professor deve procurar a melhor forma de trabalhar o desenvolvimento de seu aluno, tendo como base suas feições psicológicas e também os Aspectos físicos e motores. Até porque, um bom desenvolvimento físico e motor é muito importante ao deficiente auditivo, pois é “através do corpo que mais frequentemente experimentam situações de sucesso, tornando-se um recurso de comunicação e interação social sem comparação”.
A respeito do relacionamento do professor com o aluno deficiente auditivo Pedrinelli & Teixeira (1994) descrevem alguns pontos que devem ser observados quando em uma aula na qual haja deficientes auditivos:
- Enxergar a criança mais do que a deficiência;
- Considerar as limitações, mas enfatizar as capacidades;
- Estar informado sobre a etiologia, local e gravidade da lesão;
- Procurar ajuda da família ou mesmo de outros profissionais envolvidos com a criança, se for necessário esclarecer algumas dúvidas;
- Manter-se frente ao aluno quando estiver falando;
- Usar todos os recursos possíveis para comunicar-se procurando certificar-se de que o aluno compreendeu a mensagem;
- Não mudar constantemente as regras de uma determinada atividade;
- Não articular exageradamente as palavras;
- Substituir as pistas sonoras por visuais, se necessário.
Por fim, acredito que além das propostas discutidas é fundamental para o trabalho com aluno portador de deficiência auditiva não somente a entrega total dos pais ou professores, mas também, o apoio da instituição que os acolhe, a preparação do espaço em que irão se desenvolver, a organização prévia das atividades programáticas, o respeito dos colegas, a valorização deste aluno no ambiente escolar e o estímulo da criança e do jovem com surdez, tanto na escola como na vida em comunidade.
Felipe Dutra Bandeira.

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